Conheça 7 empresas brasileiras que vendem online com a Shopify – blog Shopify

A primeira impressão é a que fica. Hoje vamos lhe apresentar sete lojas virtuais brasileiras criadas com o Shopify. Você é empreendedor e quer criar um site de e-commerce? Inspire-se com estas lojas online de design impecável. Confira o que esses sites de e-commerce têm de melhor: fotografia de altíssima qualidade, logo bem feito, navegação fácil, layout simples e…

Esse artigo muito interessante foi publicado no blog Shopify e estou repostando aqui.  O critério usado pela Shopify foi procurar entre as 50 lojas que usam Shopify com maior volume no Brasil (de aproximadamente 2000) e “…dar idéias de lojas que vendem produtos inovadores, ou têm um bom aproveitamento dos templates, ou que tenham design clean, logo bem feito, fotografia interessante, etc…” As lojas não estão listadas em ordem de volume. Leia na integra aqui:

Conheça 7 empresas brasileiras que vendem online com o Shopify — company-pt – Blog

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22 Apps do Shopify Incríveis para Lojas de Moda — Blog Shopify

Comprar roupas, joias, acessórios e artigos de beleza online é uma experiência angustiante, na melhor das hipóteses. A indústria não consegue chegar a um consenso sobre os tamanhos padrão. As cores são alteradas de acordo com as configurações da tela. E a textura, o peso e o drapeado são experiências muito difíceis de ser reproduzidas…

Um artigo interessante para quem quer ver alguns exemplos das centenas de aplicativos disponíveis para lojistas Shopify.  Veja na íntegra através do link 22 Apps do Shopify Incríveis para Lojas de Moda — company-pt – Blog

Até que enfim!!

Relaunch Campaign

Finalmente… Conseguimos lançar o site novo!

Não sei por que demorou tanto.

Pensando bem, tivemos vários motivos, encabeçados pela minha mudança de emprego – um marco na minha carreira. Sem falar nos filhos, na crise, Vanderlei Luxemburgo…

Mas esse post é um de celebração!!

Estamos saindo de uma plataforma Magento para a Shopify – um suspiro de independência de desenvolvedores, o fim de páginas com visual ultrapassado que não eram “responsive” para smartphone, e assim obrigando o cliente a fazer aquele “zoom” improvisado para visualizar o produto, e a falta de flexibilidade em poder experimentar com novas ferramentas de marketing e midias sociais.

Aliás, pareço uma criança em loja de brinquedos na App Store da Shopify, querendo instalar todos os Apps possíveis. Apps funcionais como a integração com os Correios, interativos como a galeria do Instagram, e motivadores como a ferramenta que avisa quanto falta no carrinho para o Frete Grátis ser alcançado.

Porque não basta apenas ter um site e um produto legal – tem de inovar e promover.

Basta dizer, estou me divertindo. (ahem, fora do horário comercial)

E estou novamente motivado para contar minha experiência! E quem sabem vender um pouco também!

Até breve!

Agora vai!

Leandro Damião recomeça no Cruzeiro

Agora vai!

Pois é… já passaram nove meses desde o ultimo post… o segundo. Confesso que larguei mão do blog durante esse tempo e pensei em desistir.

Desde então, muitas coisas à nível “macro” aconteceram – algumas boas (meu time bicampeão brasileiro), outras nem tanto (7×1, eleições, petrolão, desmanche do meu time, etc…). Pensando bem, à nível macro a retrospectiva não foi muito legal mesmo. E a nível “micro”, basta dizer que não foi muito diferente.

Prefiro achar que é mesmo necessário passar por desafios e muitas vezes uma crise para alterar um “status quo” que está aquém do ideal. Sempre filosofamos sobre a importância de mudarmos, de crescermos, de praticar o “carpe diem”, blá-blá-blá… a verdade é que é muito difícil desencadear uma evolução incremental sem algum evento ou fator externo que nos tire da nossa zona conforto.  E a sacada nesse momento é conseguir (ou escolher) enxergar a oportunidade e evitar a auto-pena ou até mesmo a depressão.

Mas voltemos ao que interessa. Resolvi de vez mudar da Magento para Shopify. Em poucos dias espero “queimar os navios” e partir para um novo mundo de e commerce com novas possibilidades – mobile commerce, integração mais rica com mídias sociais e ferramentas de marketing, independência dos consultores e desenvolvedores, e temas flexíveis que permitem imagens bem maiores. Só pra citar alguns. Sei das limitações atuais mas para o momento acredito que valerá muito a pena.

Em breve conto como foi!

A escolha da plataforma

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Em algum momento do projeto, é preciso escolher (e as vezes, trocar) a plataforma de e-commerce.  Poucas conversas sobre o assunto geram tanta discussão quanto esse, pois as perspectivas são tão diversas quanto as necessidades. Parece um pouco a discussão sobre qual escola o filho deve estudar – será que é melhor começar numa pequena e depois transferir, ou é melhor já entrar naquele que servirá para o período inteiro. E se mudar para o exterior – vai servir? E se não fizer a escolha certo? E quanto vai custar essa brincadeira??? Mas a resposta é muito simples… DEPENDE!!

Um busca simples no Google trará vários artigos de pessoas bem mais qualificadas no assunto do que eu, descrevendo os prós e contras de usar as várias plataformas de e-commerce. Por exemplo, a Solange Oliveira a.k.a. “E-commerce Girl” fez uma avaliação concisa das plataformas presentes no Brasil avaliando as mesmas de acordo com alguns critérios como facilidade de uso, flexibilidade, custo, etc… Na arena internacional também há diversas outras avaliações de plataformas, incluindo uma pesquisa bem recente por Tom Robertshaw que mensura o numero de lojas instaladas por cada plataforma em um determinado ambiente. Além disso, é claro que tem consultores que podem ajudar na escolha e quando necessário, na implementação.  Mas o que prevalece como em quase toda escolha de produto ou serviço e a sua necessidade específica e o seu orçamento, é claro.

No passado recente, o custo de abertura de uma loja era alto, e trazia a dependência em programadores ou consultores para desenvolver e gerenciar a loja. Além do investimento significante inicial para customizar a loja, era cobrado uma mensalidade de manutenção que incluía eventuais mudanças, troca de banners e fotos, e outras alterações estéticos. Isso, sem a certeza de que o produto ou serviço à ser comercializado terá aceitação.

Se você se sente refém desse modelo, saiba que surgiram novas opções de plataformas como Shopify que oferecem mais facilidades de uso e que permitem que empreendedores sem treinamento de programação consigam abrir e configurar uma loja e conectá-la com aplicativos de pagamento, e-mail marketing, logística, e mídias sociais. (Falo isso por experiencia própria, pois eu estou no processo final de abrir uma loja sem qualquer treinamento de programação!) E as plataformas vêm com templates e layouts atraentes pré-configurados que podem ser personalizados com facilidade, sem a necessidade de contratar designers. E pra melhorar, o custo é extremamente acessível pra qualquer orçamento.

Como resultado, o empreendedor de hoje tem a opção de abrir uma loja atraente que tem funcionalidade mais do que adequada para a primeira versão do site, sem um grande investimento. A eliminação dessa barreira de custo e tecnologia deve ajudar propulsionar o crescimento de e-commerce no Brasil – tanto na oferta quanto na demanda.

Importante ressaltar que existe e sempre irá existir um papel importante para consultores, desenvolvedores, e outros profissionais que hoje prestam serviço ou são empregados em e-commerce.  É um campo que certamente continuará a amadurecer e crescer na medida que as vendas no varejo tradicional migram para o e-commerce. Ou melhor, para o omnichannel onde teremos uma convergência entre os canais tradicionais e os digitais. Sem falar que a necessidade de uma plataforma de e-commerce no lançamento é bem diferente de quando o empreendimento atinge um patamar de vendas e complexidade de canais maior. A maior evidencia disso é que o Magento – que exige o uso de programadores para montar a loja – é ainda a plataforma mais utilizada em e-commerce.

No próximo post, entrarei nos fatores que me levaram a mudar de plataforma e colocar a “mão na massa”.